A segunda edição do Bourbon Festival Paraty, que acontece de 28 a 30 de maio, levará ao público o melhor do jazz tradicional e moderno, blues, R&B, soul, swing e o originalíssimo som de New Orleans.

•28 de maio de 2010 • Deixe um comentário

O evento, que tem a expectativa de atrair mais de 15 mil pessoas, conta com atrações nacionais, internacionais e participações especiais nas três noites de shows gratuitos abertos ao público, que acontecerão em um palco montado especialmente para a ocasião na praça da Matriz.

Nomes consagrados subirão ao palco – como John Pizzarelli e Stanley Jordan -, trazendo o melhor do jazz, passando pela tradição do blues com Paulo Meyer e Caviars Blues Band até as atrações dançantes, como Big Time Orchestra e o soulman Victor Brooks (acompanhado de Julie McKnight e Wayne Vaughn).

O Festival é produzido pelo conceituado Bourbon Street Music Club em uma realização conjunta com a Prefeitura de Paraty e apoiado pelo Paraty Convention & Visitors Bureau da cidade. O evento será uma grande amostra das atrações que se apresentam no clube paulistano, considerado o templo do Jazz & Blues da América Latina.

PROGRAMAÇÃO:

SEXTA – 28/05/2010
21h30 – LEO GANDELMAN – participação especial: Diogo Poças
23h00 – GLEN DAVID ANDREWS
00h00 – BIG TIME ORCHESTRA
All night long – DJ BEBETO + JAM

SÁBADO – 29/05/2010
21h00 – CAVIARS BLUES BAND
22h30 – STANLEY JORDAN E ARMANDINHO
00h00 – VICTOR BROOKS com Julie Mcknight e Wayne Vaughn
All night long – DJ BEBETO + JAM

DOMINGO – 30/05/2010
20h30 – RHANDAL & TRIO
22h00 – BOCATO – Participação de Flávia Fonseca
23h00 – JOHN PIZZARELLI

SERVIÇO
Paraty Convention & Visitors Bureau
Rua D. Pedro II, s / n – Sala 4 – Centro Comercial Parque Imperial
Bairro Parque Imperial – Paraty – RJ – Cep: 23970-000
Tel.: (55 +24) 3371-2669
Email: info@paratycvb.com.br

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Nossa cidade, mais uma vez, participa da maior feira de turismo do Brasil, o 5° Salão Nacional de Turismo – Roteiros do Brasil -, que acontece entre os dias 26 e 30 de maio, no Anhembi, em São Paulo.

•27 de maio de 2010 • Deixe um comentário

O evento apresenta o turismo brasileiro para quem quer viajar ou fechar bons negócios.
O Salão, promovido pelo Ministério do Turismo, será aberto das 14 às 21 horas, nos dias 26, 27 e 28 de maio. Já no dia 29 (sábado), o funcionamento será das 11 às 22 horas; e no dia 30 (domingo), das 11 às 20 horas. O salão é uma estratégia de mobilização, promoção e comercialização dos roteiros turísticos desenvolvidos a partir das diretrizes do programa de regionalização do turismo.
Paraty vai oferecer aos operadores, agentes de viagens e visitantes material promocional da cidade, bem como exibição de vídeos e documentários do município. Representantes treinados estarão atendendo ao público no estande do Rio de Janeiro e também na Praça de Descanso Paraty, para apresentar os roteiros turísticos da cidade histórica. No mesmo espaço, estarão vendendo seus destinos cidades como Angra dos Reis, Búzios, Petrópolis e tantas outras da região.

A comissão organizadora divulgou que as 27 unidades da federação participarão do evento oferecendo pacotes e produtos/serviços turísticos para as próximas viagens dos visitantes.
O evento está dividido em diversos módulos de atividades: feira de roteiros turísticos, área de comercialização, vitrine brasil (artesanato, moda, produtos da agricultura familiar, manifestações artísticas e gastronomia), núcleo de conhecimento, rodada de negócios, missões promocionais – caravana brasil e press trip.

fonte: Paratyonline.com

Festa do Divino em Paraty. Adivinha para onde os fiéis e os não tão fiés assim vão depois de homenagear a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade???

•19 de maio de 2010 • 1 Comentário

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Festa religiosa movimentará hotelaria de Paraty

•19 de maio de 2010 • Deixe um comentário

Centro Histórico de Paraty
(foto: rio_turismo.com)

O turismo religioso vai incrementar a demanda de visitantes em Paraty, na Costa Verde do Rio de Janeiro, durante a Festa do Divino, que acontece 14 a 23 de maio. Cerca de 15 mil pessoas são esperadas na cidade e a ocupação hoteleira pode chegar a 90% nos dois finais de semana do evento.

A tradicional comemoração religiosa faz parte do calendário cultural da cidade desde o século XVII e é conhecida por homenagear a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade. Os fiéis percorrem a cidade na procissão das bandeiras vermelhas, tendo ao centro uma pomba branca, símbolo do Divino Espírito Santo. Além da distribuição de carne aos pobres e o ‘almoço público’, a celebração da missa onde acontece a coroação do menino imperador é um dos pontos altos da festa.

Barracas de comidas e bebidas típicas, shows musicais, brincadeiras e torneios esportivos também fazem parte da programação.
(Rhaiane Sodré)

Serviço
www.paraty.com.br

http://www.hoteliernews.com.br/HotelierNews/Hn.Site.4/NoticiasConteudo.aspx?Noticia=57467&Midia=1

Venha se deliciar com a voz aveludada de Adrea Gorgati, MPB e Bossa Nova de qualidade acompanhada do inconfundível swingue o craque Cesinha na bateria e percussão…

•13 de maio de 2010 • Deixe um comentário

Lou Reed vem participar da Festa Literária Internacional de Paraty. Você já ouviu falar de VELVET UNDERGROUND? Que tal aproveitar e ficar por dentro agora?

•13 de maio de 2010 • Deixe um comentário

O americano Lou Reed, roqueiro, letrista, vocalista, guitarrista e fotógrafo, confirmou sua presença na Flip 2010. Autor de livros de fotografias e também de publicações com letras de suas músicas, como “Atravessar o Fogo”, que será lançado pela editora Companhia das Letras em julho.

Reed integrou a banda The Velvet Underground nos anos 60.

A edição de 2010 da Flip, que ocorre entre 4 e 8 de agosto, vai homenagear o sociólogo Gilberto Freyre, autor de “Casa-grande & senzala”, entre outros clássicos brasileiros.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, autor de diversos textos sobre a obra do homenageado, deve fazer a palestra de abertura. Entre os autores já confirmados estão os quadrinistas Robert Crumb e Gilbert Shelton, além de Abraham B. Yehoshua, Azar Nafisi, Colum McCann, Lionel Shriver, Robert Darnton, Salman Rushdie (que vem novamente à festa), Terry Eagleton e William Boyd.

Fonte: Estadão . G1 e Paratyonline

VELVET UNDERGROUND
Banda liderada por Lou Reed influencia gerações
Apadrinhado por Andy Wharol, o VU transgrediu regras antes delas serem criadas

Depois de tentativas frustradas em outros empregos e bandas, os músicos Lou Reed (guitarrista e vocalista), John Cale (baixista, pianista e violinista), Strelin Morrison (guitarrista) e Maurren Tucker (baterista) formaram o Velvet Underground em 1965. Pode-se dizer, sem rodeios, que essa banda foi revolucionária. O Velvet Underground é um marco na história da música. Na época de seus lançamentos, os quatro álbuns de estúdio nunca entraram na parada dos cem discos mais vendidos. Os primeiros shows eram freqüentados por só por amigos e a banda nunca realizou uma grande turnê.

O VU sempre esteve ligada à arte. Antes de Mo Tucker assumir as baquetas, a banda realizou alguns shows com o baterista Angus MacLise, que fazia trabalhos de artes plásticas e cinematográficos no meio underground. Em 1966, o cineasta Michelangelo Antonioni tentou levar a banda para a Inglaterra, mas problemas burocráticos impediram que o VU viajasse.

O fato mais importante foi quando o mestre da pop art, Andy Wharol, foi assistir a um show da banda. Neste show, o VU foi expulso do palco e despedido pelo empresário. Isto aconteceu porque eles tocaram a música “Black Angel’s Death Song”, uma canção estranha cheia de barulho e ruídos, com a letra declamada como um poema. O tal empresário subiu no palco e ordenou que eles nunca mais tocasse aquela música. Em resposta, a banda repetiu a canção imediatamente. Andy Wharol gostou da atitude e os convidou para trabalhar em seu estúdio de arte, a concorrida Factory.

O nome The Velvet Underground foi tirado de uma revista pornô-sadomasoquista vendida em Sex shops. O VU era considerado a banda que fazia música humana. As letras de Lou Reed narravam a ingenuidade e sinceridade das pessoas sofredoras, a crueldade da vida nas ruas com desemprego e paranóia, até temas mais pesados como drogas e sadomasoquismo, mas sempre com bela poesia e versos apaixonantes. Como em “Stephanie Says”: “… Stephanie diz que quer saber porque ela deu metade de sua vida para pessoas que ela odeia agora…”

Numa das primeiras conversas entre os gênios Lou Reed e Andy Wharol, o artista plástico disse: “Faça o que fizer Lou, mantenha sempre as palavras sujas!”. Lewis Alan Reed acatou o conselho e caprichou em letras inspiradas nos poetas Delmore Schwartz e William Burroughs. Com isso, alguns clubes não aceitavam a banda devido às letras. Entre 1966 e 1967, Wharol colocou a modelo Nico, que havia trabalhado no filme “La Dolce Vita” de Fellini, para cantar no VU. Os próprios músicos brincavam dizendo que ela era um iceberg cantando e que a banda tinha uma estátua em sua formação. Nico só cantava duas músicas nos shows e ficava em pé, bela e imóvel, no restante da apresentação.

Andy Wharol apadrinhou a banda, produziu o primeiro álbum, criava cartazes dos shows, colocava a banda para tocar em suas badaladas festas na Factory e fez o grupo performático Exploding Plastic Invitable acompanhar a banda nos shows. Um dos maiores álbuns de toda a história do mercado fonográfico, “The Velvet Undergroun and Nico” (1966), custou a bagatela de U$ 1.500 e levou menos de dez horas para ser gravado num estúdio em demolição. Este é o famoso disco da banana na capa, feita por Andy Wharol.

Depois de gravar o segundo disco, “White Light/White Heat”, com uma sonoridade ruidosa e saturada, John Cale deixa o VU por divergências com Lou Reed. Havia um respeito mútuo entre os dois, pois eles estavam à frente do seu tempo, mas não tinham retorno algum. No lugar de Cale, entrou o baixista Doug Yule. O terceiro álbum, “The Velvet Underground”’, é o mais emocional e introspectivo. Musicalmente e poeticamente. O quarto disco, “Loaded”, iniciou uma briga com a gravadora MGM e banda emplaca dois hits nas rádios. Em 1970, com a crise agravada e sem dinheiro, Lou Reed também resolve deixar a banda. Já sem nenhum membro original, o VU faz uma turnê pela Europa em 1973 e lança o horrível disco “Squeeze”. Triste fim para uma banda genial.

O VU quebrou todos as regras, quando elas ainda não existiam. Bandas como Sonic Youth, Jesus and Mary Chain, U2, Echo and the Bunnymen, entre dezenas de bandas geniais, tiveram na sua essência o estilo Velvet Underground.Que Beleza einh?

A melhor música, o melhor ambiente e a sua melhor opção…

•6 de maio de 2010 • Deixe um comentário

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